Instagram: @psi.julianasuperbi
Podcast: Mãe Autênticas
Disponíveis nos links abaixo:
Grupo de acolhimento, trocas e escuta para mães na vivência do pós parto e tudo que está e pode estar envolvido nele.
Os encontros ocorrem de modo presencial no Espaço Terapêutico Humaniza na cidade de Araraquara/SP.
Para mais informações: (16) 99975-5954
Olá!
Eu sou Juliana Superbi - Psicóloga Clínica — CRP 06/122.338
Sou Pós Graduada em Psicologia Perinatal e Parental pelo Instituto MaterOnline, Pós - graduanda em Terapia Cognitivo Comportamental pelo Grupo Psicologia Baseada em Evidências e Formação em Terapia de Aceitação e Compromisso pelo mesmo grupo.
Realizo atendimento psicológico online, apoiando mulheres, mães e casais em todas as fases do maternar e do relacionamento. Principalmente na fase pós - parto/ puerpério e adaptação a nova fase de vida da mulher.
Meu trabalho está direcionado a encorajar mulheres a uma vida com menos culpa, oferecendo espaço de escuta e acolhimento diante de todos os desafios enfrentados na maternidade, utilizando técnicas adequadas e personalizadas a cada mãe.
O atendimento ao casal também ocorre em qualquer uma das fases (tentativas, gestação e pós parto).
Sou idealizadora do Podcast Mães Autênticas com vários episódios disponíveis no Spotify e no Youtube.
Também realizo de modo presencial o grupo Desabafos de Mães, encontros de apoio e acolhimento no período pós nascimento dos filhos. Os encontros ocorrem na cidade de Araraquara no Espaço Terapêutico Humaniza.
Todos os links e informações sobre o meu trabalho você encontra por aqui.
Vamos juntas dar o primeiro passo?
Acompanhamento psicológico e pré natal psicológico durante a gestação, realizando escuta e acolhimento do casal ou da gestante. Prevenindo depressão na gestação e no pós parto.
A gestação é uma das fases de maior vulnerabilidade na vida de uma mulher e gera muitas transformações físicas, nos relacionamentos e principalmente emocionais.
A psicoterapia com base na Terapia de Aceitação e Compromisso:
compreenda e valide suas emoções ao longo da gravidez;
reduza a ansiedade, a ruminação e o medo excessivo;
desenvolva maior flexibilidade psicológica frente às mudanças físicas e emocionais;
fortaleça o vínculo consigo mesma e com o bebê;
construa uma vivência de gestação mais consciente, realista e alinhada aos seus valores.
A psicoterapia na gestação não busca eliminar dúvidas ou desconfortos, mas oferecer suporte para que a mulher possa atravessar esse período com mais clareza emocional, segurança interna e recursos psicológicos que também favorecem o pós-parto.
O puerpério é um período de demandas emocionais intensas, onde a mulher precisa de apoio e cuidados para aceitar e se adaptar a sua nova fase de vida. Momento em que a mãe está cheia de dúvidas e medos e se questionando sobre seu desempenho como mãe. Além disso, a privação de sono, ambivalência de sentimentos sobre o bebê e a maternidade, alterações de rotina de vida e exaustão podem provocar mudanças de humor e falta de paciência, aumentando a autocrítica da mulher e contribuindo para baixa autoestima.
A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) auxilia a mãe a se relacionar de forma diferente com seus pensamentos e emoções, sem a necessidade de evitá-los ou combatê-los. No puerpério, é comum a tentativa de controlar sentimentos considerados “inadequados”, o que muitas vezes aumenta o sofrimento. A ACT convida à aceitação das experiências internas, ao desenvolvimento de autocompaixão e à construção de uma vida guiada por valores, mesmo diante do cansaço, das incertezas e das imperfeições do maternar.
A psicoterapia permite que a mãe:
compreenda e normalize suas emoções no puerpério;
reduza a autocrítica e a culpa excessiva;
desenvolva maior flexibilidade psicológica diante das mudanças;
fortaleça o autocuidado e os limites possíveis;
construa uma relação mais consciente consigo mesma e com a maternidade real, e não idealizada.
A psicoterapia no puerpério não tem como objetivo ensinar a “ser uma mãe perfeita”, mas oferecer suporte para que cada mulher possa viver essa fase de forma mais saudável, respeitando sua história, seus limites e seus valores.
A gestação e o pós-parto representam fases de transição importantes na vida do casal. Mudanças de rotina, redefinição de papéis, expectativas em relação à parentalidade, alterações na intimidade e aumento das demandas emocionais podem gerar conflitos, afastamento ou dificuldades na comunicação. A terapia de casal oferece um espaço seguro para que ambos possam compreender essas transformações e fortalecer a relação diante dos desafios desse período.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o trabalho terapêutico com o casal busca identificar padrões de pensamento, interpretações e comportamentos que contribuem para conflitos recorrentes, como expectativas irreais sobre o papel do outro, leituras distorcidas de intenções, comunicação pouco assertiva ou divisão desigual de responsabilidades. A partir disso, são desenvolvidas estratégias para melhorar o diálogo, promover acordos mais funcionais, fortalecer habilidades de resolução de problemas e reduzir o impacto do estresse emocional característico da gestação e do pós-parto.
A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) auxilia o casal a lidar com emoções difíceis inevitáveis nesse período, como frustração, medo, cansaço e sensação de sobrecarga, sem que essas experiências conduzam a afastamento emocional ou reações impulsivas. A ACT favorece o desenvolvimento da aceitação, da empatia e da flexibilidade psicológica, além de estimular escolhas conscientes alinhadas aos valores do casal, mesmo diante das mudanças na dinâmica conjugal e familiar.
A psicoterapia permite que o casal:
compreenda as transformações emocionais e relacionais da gestação e do pós-parto;
melhore a comunicação e a expressão de necessidades;
reduza conflitos associados à sobrecarga, expectativas e cansaço;
fortaleça a parceria e o senso de equipe;
construa uma parentalidade mais consciente, cooperativa e alinhada aos valores familiares.
A terapia de casal na gestação e no pós-parto não tem como objetivo evitar conflitos, mas oferecer suporte para que o casal possa atravessar essas fases com mais diálogo, conexão emocional e recursos para sustentar a relação enquanto constroem a parentalidade.
As perdas gestacionais e neonatais representam experiências profundamente dolorosas, frequentemente acompanhadas por sofrimento intenso, sentimentos de vazio, tristeza, culpa, raiva, incredulidade e isolamento. Além da dor pela perda do bebê, muitas mulheres e famílias enfrentam o impacto da quebra de expectativas, o silenciamento social do luto e dificuldades para validar a própria dor. O acompanhamento psicológico oferece um espaço seguro, ético e acolhedor para que esse luto possa ser vivido e elaborado com respeito ao tempo e à singularidade de cada pessoa.
A psicoterapia possibilidade a mãe e/ou aos pais:
validar e legitimar o luto pela perda gestacional ou neonatal;
reduzir sentimentos intensos de culpa e autocobrança;
auxiliar na regulação emocional diante da dor e da ambivalência;
promover flexibilidade psicológica no processo de luto;
favorecer a reconstrução de sentido e a continuidade da vida respeitando o vínculo com o bebê que partiu.
O acompanhamento psicológico em situações de perdas gestacionais e neonatais não busca minimizar a dor ou apressar o luto, mas oferecer sustentação emocional para que a pessoa possa atravessar esse processo com cuidado, dignidade e apoio psicológico especializado.